A BOLHA Produções 35 anos atuando no Nordeste ,Trabalha com gravações e restaurações de mídias em geral, vários formatos K-7 Vinil, Rôlo 1/4, DAT/ ADAT/ VHS/ VHS-C/ super-8 /micro k-7 / video-8mm limpeza de Fitas magnéticas em geral conversão de VHS p/DVD e mini DV para DVD.Formatos Digitais, gravação de Jingles e comerciais p/TV e Rádio,Vídeo Clip,Produção Musical de CD.Cantores Evangélicos e Secular. composição de músicas por encomenda qualquer tema,Documentarios em DVD.
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
CULTURA E MEIO AMBIENTE
CULTURA E MEIO AMBIENTEQUAL A DIFERENÇA ENTRE OUVIR E ESCUTAR MUSICA?
Quase completa um mês e eu ainda não havia postado outro texto neste blog. O envolvimento com outros assuntos me ocupou mais; e não foi falta de tempo não, é que preferir dar andamento a outros trabalhos para que então assim, ficasse mais disponível para escrever alguma coisa.
Hoje, 15 de novembro de 2009, em particular, já no final do programa que apresento aos domingos pela Radio Jacobina FM com o meu colega Geyder Gomes, fiz alguns comentários sobre certos tipos de musica que embora não goste de jeito nenhum, entendo que, o mundo taí pra todos e que não tenho a pretensão de excluí-los do campo sonoro, mas não posso ficar passivo e omisso a imposição a qual nos submetem com esses tipos de musicas, que chega ao cúmulo de nos agredir pela intensidade com que são executadas tais “sucessos do povão” como dizem por ai.
De imediato, com em outras oportunidades que fiz comentários semelhantes, as reações afloraram logo em defesa dos tais “hits”.
Dentro dos comentários, fiz referência às “vozes caprinas”, contar as quais não tenho nada, a não ser a quantidade de “cantores”, ao que parece, imitam-se mutuamente no afã de ocupar os espaços uns dos outros. Agora vejam, com o mesmo tipo de musica, a mesma temática nas letras e no paupérrimo arranjo, próprio para embalar embriaguês por uísque falsificado. Sugeri inclusive que procurassem um professor de canto e pedisse uma explicação, u’a definição mais abalizada sobre o que é “voz caprina” para que o meu agastamento não fique puramente com a pecha, de como dizem alguns, de preconceituoso. O que questiono não esta diretamente ligada a esta ou aquela voz caprina e sim ao excesso dessas vozes que ocupam o ar e os nossos ouvidos sem que queiramos ouvi-las.
Se não tenho nada contra a esse tipo de voz, muito menos contra quem gosta e acha bonito, O que não vou nunca concordar e que eu esteja dentro da minha casa, ouvindo educadamente, (sem incomodar os meus vizinhos) o estilo de musica que gosto, nas vozes que gosto e acho-as bonitas e ser abruptamente, por uma pessoa que para o carro, com o som estupidamente alto na minha porta, impedido por muitos minutos e as vezes horas, de ouvir a minha musica predileta ou até mesmo de ler algo.Ao pedir pacificamente para baixar o som porque esta incomodando, nos deparamos, na grande maioria das vezes, com a ignorância violenta e abusiva que pode gerar uma tragédia como já aconteceu em vários lugares.
E onde está a raiz do problema? Simples e muito fácil de responder, na educação, tanto domestica quanto escolar. Ambas complementam-se. Quando são falhas e puídas é nisso que dá!
Não vejo que a solução esteja em chamar a policia, a guarda municipal, queixar-se ao Ministério Público.
Creio firmemente que a solução para o excesso de musicas de má qualidade, o som alto e abusivo e até mesmo vozes caprinas sem trato, esta na aula de musica, prioritariamente no currículo escolar, desde o fundamental, incluindo nas séries mais avançadas, antes do curso superior, a Biomusica e princípios da Musicoterapia, isso sem contar que, musica também é matemática e contribuirá consideravelmente para um melhor desempenho do alunado.
Aí sim, todo mundo vai ouvir a musica que quiser sem incomodar ninguém!!
Quase completa um mês e eu ainda não havia postado outro texto neste blog. O envolvimento com outros assuntos me ocupou mais; e não foi falta de tempo não, é que preferir dar andamento a outros trabalhos para que então assim, ficasse mais disponível para escrever alguma coisa.
Hoje, 15 de novembro de 2009, em particular, já no final do programa que apresento aos domingos pela Radio Jacobina FM com o meu colega Geyder Gomes, fiz alguns comentários sobre certos tipos de musica que embora não goste de jeito nenhum, entendo que, o mundo taí pra todos e que não tenho a pretensão de excluí-los do campo sonoro, mas não posso ficar passivo e omisso a imposição a qual nos submetem com esses tipos de musicas, que chega ao cúmulo de nos agredir pela intensidade com que são executadas tais “sucessos do povão” como dizem por ai.
De imediato, com em outras oportunidades que fiz comentários semelhantes, as reações afloraram logo em defesa dos tais “hits”.
Dentro dos comentários, fiz referência às “vozes caprinas”, contar as quais não tenho nada, a não ser a quantidade de “cantores”, ao que parece, imitam-se mutuamente no afã de ocupar os espaços uns dos outros. Agora vejam, com o mesmo tipo de musica, a mesma temática nas letras e no paupérrimo arranjo, próprio para embalar embriaguês por uísque falsificado. Sugeri inclusive que procurassem um professor de canto e pedisse uma explicação, u’a definição mais abalizada sobre o que é “voz caprina” para que o meu agastamento não fique puramente com a pecha, de como dizem alguns, de preconceituoso. O que questiono não esta diretamente ligada a esta ou aquela voz caprina e sim ao excesso dessas vozes que ocupam o ar e os nossos ouvidos sem que queiramos ouvi-las.
Se não tenho nada contra a esse tipo de voz, muito menos contra quem gosta e acha bonito, O que não vou nunca concordar e que eu esteja dentro da minha casa, ouvindo educadamente, (sem incomodar os meus vizinhos) o estilo de musica que gosto, nas vozes que gosto e acho-as bonitas e ser abruptamente, por uma pessoa que para o carro, com o som estupidamente alto na minha porta, impedido por muitos minutos e as vezes horas, de ouvir a minha musica predileta ou até mesmo de ler algo.Ao pedir pacificamente para baixar o som porque esta incomodando, nos deparamos, na grande maioria das vezes, com a ignorância violenta e abusiva que pode gerar uma tragédia como já aconteceu em vários lugares.
E onde está a raiz do problema? Simples e muito fácil de responder, na educação, tanto domestica quanto escolar. Ambas complementam-se. Quando são falhas e puídas é nisso que dá!
Não vejo que a solução esteja em chamar a policia, a guarda municipal, queixar-se ao Ministério Público.
Creio firmemente que a solução para o excesso de musicas de má qualidade, o som alto e abusivo e até mesmo vozes caprinas sem trato, esta na aula de musica, prioritariamente no currículo escolar, desde o fundamental, incluindo nas séries mais avançadas, antes do curso superior, a Biomusica e princípios da Musicoterapia, isso sem contar que, musica também é matemática e contribuirá consideravelmente para um melhor desempenho do alunado.
Aí sim, todo mundo vai ouvir a musica que quiser sem incomodar ninguém!!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Projeto Araponga em João Pessoa Show de Artistas Locais 18 de junho de 1983 Arte Final de Pedro Osmar
- Projeto Araponga em João Pessoa Show de Artistas
- Locais 18 de junho de 1983 realizado a partir
- das 20 horas no estádio Leonardo da Silveira( Graça)
- direção musical Jarbas Mariz com apresentação:Edinaldo do Egito
- iniciativa do governo do estado da Paraíba Wilson Braga
- e Secretário de Cultura José Jackson e
- o titular da diretoria geral de cultura Raimundo Nonato
- Logomarca criaçao e Arte Final de Pedro Osmar
terça-feira, 19 de julho de 2011
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